domingo, 24 de agosto de 2008

Meu dia raiou... emfim...sai com uma amiga e uns amigos.....tudo bom. Tudo bem... bebemos, fomos pra farra.... eu aqcho que beijei três alguiem.....masdizem quew beijei dois alguém....enfim, minha amiga liliane beijoiu um amigo meu....issso contou como um alguém ...morri de cuime...mas ok ...foi um alguém......ó, saiou o sol....bebi uns whiskizinhos bons... estou com os olhos fechadinhos....Liliane te amo....gigante, te amo trash amo.... coxão duro amo.... acelera meus amores....se cuidem...to bem demais....amo camaleão....acho que beijei dois alguem.....alguem é sempre assim , sem identidade...aí o dia clareia e eu que não agueta a luiz....corro pro meu quarto fazer as duas coias menos prrejudiciais do mundo....bater punheta e e amar......fora isso tudo é sofrimento sem ressaca, sem espersnça, sem nada.......amanheceu....viva....budisto diz: siga as brahmas

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Fala pra mim, diz a verdade
O que mudou assim tão de repente
Quero saber de onde vem
Esse medo que machuca a gente
Tá tudo errado, fogo cruzado
E a gente não consegue se entender
Porque não me telefona
Dê notícias de você
Liga ao menos pra dizer
Que o melhor é te esquecer

É a sua indiferença que me mata
É uma invasão, um nó dentro de mim
Coração divide em dois na sua falta
Uma parte é o começo a outra o fim

É a sua indiferença que me mata
Que me mata, que me mata
Coração divide em dois na sua falta
Na sua falta, na sua falta

zezé di camargo

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

nao tem jeito. sem umas vodkas na cabeça sou a pessoa mais incolor do mundo.
essa é a verdade de quem é uma fraude.
por favor, nao me cobrem mais nada.
só posso pagar com sorriso amarelo, o de sempre...

tristes

acho que tentei me matar
bebi toda a espuma quando escovava os dentes
e assim tem sido todos os dias: uma azia sem fim
tenho tudo e não sou nada do que eu tenho
meu ventilador não me sopra nenhuma dica
ainda carrego lama das enchentes passadas dentro de mim
enfim...
não aguento mais essa multidão dentro de mim...

domingo, 17 de agosto de 2008

Easy Rider Weekend

Cena 67 – Em algum lugar perigoso


Ela – Nossa, que legal encontrar vc aqui?
Eu – Ah, então vem cá pra gente aproveitar que seu namorado não veio...
Ela – Ele veio sim...Está ali na mesa...
Eu – Ah, então volta logo pra lá antes que ele me mate...


Cena 45 – Em algum cantinho escuro


Ela – Quantos anos vc acha que eu tenho?
Eu – Uns 38?
Ela – Você é muito gentil, mas tenho 48...
Eu – É, eu sei...


Cena 189 – Em algum banheiro

Eu – Uhmmm, te peguei cheirando um pozinho, hein!
Ele – Pô cara, vc não vai contar pra ninguém, né?
Eu – Claro que não. Deus já sabe.


Cena 99 – Em outro banheiro


Ela - Posso ir primeiro? Tô apertada...
Eu – Claro...
Ela - Então, vc é de São Paulo?
Eu - É, sou de... Nossa, adorei!
Ela - Pérai, vc não é gay?
Eu - Eu não...
Ela - Então por que entrou comigo no banheiro?
Eu - Por que vc acha?
- Beijo.


Cena 189 – Em alguma exposição de arte


Ela – Moço, o senhor está apoiando em uma obra de arte?
Eu – Putz, perdão, pensei que fosse um banco...

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Bem-vindos à sexta-feira

Agora, ser feliz é apenas uma questão de tempo e de encaixe.

kiss


Ah, se o mundo resolvesse se amar
A paz faria as pazes com a guerra,
Os ventos não derrubariam as folhas,
O dia não invejaria o luar

Ah, se o mundo quisesse apenas viver
Toda idiotice iria pra bem longe,
As pessoas começariam a sorrir,
E a alegria começaria a contaminar

Ah, se o mundo pudesse me surpreender
Até as minhas Noites iriam namorar,
Passariam as madrugadas com as estrelas,
Dormiriam de conchinha com o mar.


terça-feira, 12 de agosto de 2008



Quantas temos que amar até encontrar um amor verdadeiro?

Quanto temos que perder até perder o medo de ganhar?

Quanto temos que sofrer até entender o que é ser feliz?

Quanto devemos esperar antes de começar desistir?

Quanto?


domingo, 10 de agosto de 2008

amanha eu conto.....to travado...tenho noticia boa mastravei...mas foi boa noite... a cecilia apareceu....deus existe....fui o unico da pensao a dizer que no gosto que chupem meu cu....é verdade...ainda nao passei por isso....eles passaram, adoraram...kiss

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Non Je Ne Regrette Rien

Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Nem o bem que me fizeram,
Nem o mal, tudo me parece igual

Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Está pago, varrido, esquecido
Eu estou farta do passado

Com minhas lembranças,
Eu alimentei o fogo
Minhas aflições, meus prazeres
Eu não preciso mais deles

Varri meus amores
Junto a seus aborrecimentos
Varri por todo dia
Eu volto ao zero

Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Nem o bem que me fizeram,
Nem o mal, tudo me parece igual

Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Minha vida, Minhas jóias
Hoje Começa com você.

melhor do que ler a letra e me ver bêbado é ouvir a música... eu sou apenas um easy rider sem direção... mas amanhã a minha noite vai ter shine, glow, gloss, etc etcetce..comprei leite nescau nao pode stragar

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Barriga pra cima, cabeça pra baixo

Não tenho nada a dizer. Até gostaria de falar um pouco sobre amor, mas seria em vão. Eu não amo ninguém.

Talvez seja mais produtivo informar que biscoito de polvilho não deve ser comido em pedaços grandes, pois quanto mais você abre a boca mais ar entra nela. Até aí, quase tudo bem. O problema é que dentro desses biscoitos também tem muito ar. Ou seja, tudo isso termina estufando o seu estomago e fazendo mal.

Por isso, agora eu quebro em pedaços pequenos o biscoito e vou comendo sem abrir muito a boca. Ah, esqueci de dizer que se você não tomar cerveja enquanto come também ajuda muito. No meu caso isso é impossível, mas talvez você tenha mais força de vontade e seja menos alcoólatra.

Mudando um pouco de assunto, alguém sabe me dizer se o Wall-e é um robô macho ou fêmea? Assisti ao filme e não consegui descobrir. Vi que se apaixonou por outro robô, mas em momento algum percebi quem era o ativo e o passivo da história. Enfim.

Nossa, peguei no sono com o notebook na barriga. Acho que isso prova que eu não vinha escrevendo nada interessante. Bom, continuo não tendo nada pra dizer. A diferença é que agora possuo uma ereção. Na verdade, ela está indo embora nesse momento.

Lá na Bahia eles chamam isso de tesão do mijo. Prefiro chamar de tesão do carlos. Aliás, pensando bem, quanta ereção já desperdicei dormindo. Tem gente que toma viagra e diz que cansa ficar de pau duro. Pô, eu passaria a vida inteira de pau duro numa boa. O que é foda é quando você fica muito tempo de pau e não consuma o fato.

Geralmente isso acontece quando a gente pega uma menina na balada e não pode comer ela. Aí sempre acontece a mesma coisa: a gente passa uma hora de pau duro e depois três horas sofrendo com as dores que dá no canal da uretra ou da urina, não sei, por causa da retenção do gozo.

Pô, me deixa gozar. Mas não agora, agora daqui a pouco é amanhã. Preciso dormir mais um pouco. Na verdade, gostaria de ter um sonho gostoso, mas nem tenho com quem sonhar. Vou apenas acordar daqui a pouco mais uma vez de pau duro sem a menor necessidade. Tudo isso porque ainda não encontrei nenhuma mulher neste mundo interessada em acordar ao lado das minhas ereções e do meu coração. Devo ser realmente péssimo.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Um pinto, um coração, um fígado, muitas saudades

Preciso ver a Liliane. Ela confia em mim, gosta da minha companhia, das minhas molecagens e também sente o quanto eu gosto dela.
Preciso ver o Gigante. Tenho tanta coisa pra contar e pra escutar; tanta vodka pra beber, tanta caloria pra gastar dando risada com ele. Nossa, preciso.
Preciso ver a Sandra. Já até marcamos uma sessão de cinema só pra nós dois na casa dela. Coisa de gente que ama e gosta de compartilhar o amor que sente.
Preciso ir conhecer a casa da Eli urgentemente. Ela tinha até comprado cerveja só por minha causa e até hoje não consegui dormir uma noite lá.
Preciso rever o Rafael. Mesmo não podendo mais levar ele pro mau caminho, ele até guardou uma garrafa de whisky só pro nosso reencontro.
Preciso comer uma pizza com a Carol ainda este ano. Será meio doloroso o reencontro, mas tá na hora de crescer um pouco e conseguir apenas comer uma pizza com uma amiga que poderia ter sido mais que um amiga.
Preciso rever a Alice. Tô com saudade de fazer coisa errada junto com ela. Somos as únicas misérias no Brasil agora.
Preciso rever a Bianca. De preferência numa festa bem grande, com bebida suficiente pra deixar ela mais feliz do que já é.
Preciso rever a Luciana. Quero brincar mais uma vez sobre o rabo dela, antes que ela se case com aquele bundão.
Preciso estar pronto pra quando a Juliana voltar. Ela merece ver um carlos melhor do que conhecia quando me levava pro Matrix pra se matar.
Preciso encontrar mais o Kleber no MSN. A gente precisa um do outro pra não morrer afogado, mesmo apenas ele sendo salva-vidas.
Preciso visitar a segunda família que me criou em São Paulo. Já estão todos odiando o meu excesso de ausência de saudade. Mal sabem o quanto os amo.
Preciso ir tomar um suco de qualquer coisa com a Michele. E o pior é que ela mora do lado da minha casa e me adora. Nossa, que filho-da-puta.
Preciso conhecer a Camila de uma vez por todas. Treina Box em frente a minha sacada e eu nunca fui assistir. Sou um canalha.
Preciso tomar coragem e ir pra Minas qualquer dia desses pra rever a Kátia. Nossa, ela me trata tão bem que chega a viciar mais que cocaína.
Preciso ter um encontro com a Nathália lá na Augusta. Mas sem bebidas e etc. Só com nossos corações e votos de que a nossa vida pode ser mais light e um pouco feliz.
Preciso tomar uma cerveja com a Daniela na Augusta também. Aliás, ela nem mora mais lá, acho que já pode ser em qualquer lugar. Ela deve ter muita história boa pra me contar.
Preciso conhecer uma menina chamada Fernanda que também freqüenta a rua Augusta e é maluca como eu. Passou da hora.
Preciso remarcar com a Melissa e ver ela direito. Da última vez estávamos sem condições de realizar qualquer conversa simples.Só usamos gestos.
Preciso visitar meu primo. Nossa, isso tá pesando uma tonelada em mim. Ele já fez muito por mim. Não custa nada deixar ele bêbado e feliz agora.
Preciso conseguir sair com a Fabiana. O sorriso dela tá fazendo falta. Só precisamos de uma noite. Bom, uma noite e um litro de qualquer coisa. O pior é que nosso chefe não pode saber, no caso, seu marido.
Preciso tomar uma cerveja sem álcool com a Carol. Não vai ter muita graça, mas a companhia dela parece aqueles comprimidos de passiflora. Você fica do lado dela e vai acalmando.
Preciso levar o Marcelo pra tomar outro porre e introduzi-lo de vez nesta cidade. Bar do China que nos aguarde.
Preciso rever o Pedro e dar mais um porre nele também. A gente veio do mesmo ninho de cobras e isso explica muita coisa.
Preciso rever o Fajota neste fim de semana. Acho que será decisivo e quero estar do lado dele.
Preciso levar o Anderson pra conhecer um bar de rock aqui da cidade. Ele acha que ir sem eu não tem graça. Mal sabe o inferno que é lá.
Preciso ligar pra Rosemeire. Fui quase um canalha. Existem “quase canalhas”?
Preciso ir com o Acé trocar um Blazer. Ele confia mais no meu gosto do que no das vendedoras do shopping.
Enfim, preciso, preciso, preciso, preciso, preciso, preciso...
E não poder fazer todas estas coisas que me deixariam feliz, me deixa muito triste.


sábado, 2 de agosto de 2008

não quero mais querer mais



Certa vez uma pessoa morreu segurando a minha mão. Depois disso, passo todos os dias me sentindo alguém com muita sorte e com muito azar.

Sou um dos poucos que teve a oportunidade de ver a morte de perto, antes mesmo de morrer. Estranho, mas isso realmente foi muito positivo. Foi uma oportunidade que o universo me deu de perceber que o nosso tempo vai mesmo acabar uma hora.

A parte ruim é que você nunca mais esquece do rosto da morte. E o pior, começa a enxergar o seu rosto no rosto das outras pessoas também.

Não consigo parar de ficar imaginando a morte das pessoas que eu gosto. Fico pensando como serão seus velórios, o meu comportamento neles, etc. Imagino também como será o telefonema que vai me avisar sobre a próxima morte, minhas reações, tudo.

Dias atrás tive um sonho. Não lembro mais como foi, mas lembro com quem foi. Foi com ela, a vítima da morte. De alguma maneira ela resolveu me visitar.

Não foi um sonho ruim, mas acordei com um pouco de medo.

E agora, mais uma vez estou aqui pensando em morte. Talvez porque eu esteja em mais uma madrugada solitária e vazia, ou talvez porque tenha acabado a cerveja. Enfim, não importa. Eu conheço a morte, e sei que em breve ela virá buscar as pessoas que formam o que sou.

Claro que existe a chance dela querer me levar primeiro. Mas um palhaço só tem serventia vivo, fazendo coisas erradas, botando fogo neste circo. E esta é a minha vida. E isso é o que me mata.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Enquanto ando sem ereção, revejam esta antiga

Peixe boi

Madrugada daquelas, final de semana inteiro sozinho em casa, pinto já esfolado de tanto se masturbar e mais ninguém no maldito Eme ésse eme (MSN). Em dias assim o que resta é a danada da sala de bate papo e comigo não foi diferente.
Em menos de cinco minutos eu já conversava com uma Química tarada que dizia ter mesmo coragem de me conhecer e etc. Em menos de dez minutos já conversávamos pelo telefone e marcávamos aquela que seria a transa do século.
O papo dela era realmente ótimo, boa fluência, trabalhava no Itaú e se dizia a moça com bunda mais desejada de lá. Preferi não duvidar, preferi nem saber se era loira ou morena. Maldita mania de ser educado.
Dia seguinte, foda marcada. Arrumo a casa pra ela não reparar que eu vivia num hospício e até no supermercado fui com a preocupação de recebê-la bem. Juliana? Fabiana? Não sei mais.
Assim, no horário marcado o interfone tocou. Atendi, permiti a sua entrada e corri pra sacada pra tentar visualizar do décimo andar se tinha feito um bom negócio. Se o critério tivesse sido por peso, realmente eu teria "lavado a jéga". Era enorme. Além disso, ela parecia mancar um pouquinho, mas tudo bem. Esses saltos vivem mesmo machucando as donzelas.
Então abro a porta e a luz da sala a ilumina. De tão grande ela faz sombra em mim e eu meio sem jeito peço que ela entre. Imediatamente penso: teria eu caído numa pegadinha? Será? Ela tinha dito que tinha o rabo mais desejado do escritório... Do escritório ou do frigorífico? Ah, e ela também tinha dito algo sobre semelhanças com a Sheila Carvalho. Como eu sou ingênuo!!!
Recapitulando, na sala da minha casa, naquele momento, encontrava-se uma desconhecida enorme, feia (feia eu já esperava) e ainda por cima com uma perna maior do que a outra. Olhando da sacada realmente tinha me parecido uma mancada meio normal, mas de perto, infelizmente, ela era mesmo uma pessoa deficiente física e eu, sentindo um misto de pena e raiva, me vi na obrigação de no mínimo respeitá-la e tratá-la bem.
Daí em diante tentei encarar a situação de frente e corri na minha garrafa de whisky pra tentar um tele-transporte dali. Também pedi licença pra ir ao banheiro infinitas vezes no intuito de ganhar tempo e tentar pensar numa saída. A tática principal mesmo era tentar conversar sobre qualquer coisa com ela que não fosse em hipótese nenhuma sobre sexo.
Sexo? Alguém falou em sexo? Sim, ela falou em sexo. E depois de ter tomado um copo de requeijão de Whisky já não me sobrava outra opção que não fosse começar a foder com ela. Com ela e comigo.
Cumprindo então o ritual, luzes se apagam. Lógico. Roupas ao chão, tesão abaixo do nível do mar e eu ainda não poderia brochar de jeito nenhum. Já nem sei se ela merecia que eu brochasse. Sei lá. Só sei que nada era capaz de enrijecer o meu pinto naquela situação.
Foi então num ato de desespero que enfiei o pinto todo na boca dela e joguei a responsabilidade toda pra cima da responsável de fato por tudo aquilo. Era horrível. Eu, um desgraçado anoréxico tentando se equilibrar em cima de uma mulher com uma barriga capaz de produzir uns vinte kilos de torresmo. Assim à distância, poderíamos dizer que o Marco Maciel estava tentando fazer sexo com um peixe boi. Terrível. Na época até tinha considerado ela do tamanho de um Fusca, mas hoje vejo que a melhor definição mesmo é a de peixe-boi.
Voltando a transa. Que transa? Meu pinto ainda dava sinais de resistência convicta a uma ereção. Mesmo assim, decidi por uma camisinha e tentar a tal da penetração. Porém, deficiente física que era, a moça não conseguia abrir as pernas direito. Era uma judiação, mas também era foda, pois eu não conseguia nem fodendo com aquela ereção medíocre alcançar a pequenina e meiga buceta gigantesca que ela tinha. Decido então exigir que ela fique de quatro pra assim tentar penetrar em alguma coisa que não fosse um monte de carne amontoada e confusa. Deu certo.
Já dentro dela, as coisas até pareciam melhorar, mas era só uma ilusão. Com o tempo e com as ansiosas bombadas que eu proferia na tentativa de acabar logo com aquilo, começava a reparar que o anel da camisinha estava se avermelhando. Pensei comigo: um pouco de sangue deve ser normal. Mas não era normal.
De repente, numa daquelas escapadas normais que às vezes a gente deixa acontecer, uma verdadeira comporta de sangue dentro dela parece ter se aberto e uma cachoeira vermelha começou a escorrer do meu pinto e na cama dos meus pais.
Imediatamente corri pro banheiro pra me lavar. Larguei ela lá, foda-se. Sangue realmente mexe comigo. Só de lembrar já me dá tontura. Lavei todo aquele sangue de mim e voltei pro quarto pra ver o tamanho do estrago. Ela ainda nem tinha se dado conta de que tinha acabado com a noite, com a colcha, com dois lençóis e com o colchão de casal dos meus pais. Ela tinha acabado com a minha vida. O mais engraçado é que ela ainda fazia menção de que eu deveria a voltar a transar com ela. Maluca.
Mandei ela tomar banho já meio puto e fiquei aguardando o seu retorno. Assim que voltou, pedi pra que se trocasse e a lhe comuniquei que a nossa noite de amor tinha se acabado. Como não podia deixar de ser, o clima ficou meio tenso. Chamei um táxi e a despachei pra Amazônia sem nem beijinho de despedida. Peixe boi desgraçado.
Voltando pro quarto, desolado, e sentindo cheiro de sangue até num copo de coca-cola que tentei beber pra dar uma relaxada, começo a pensar em como limpar aquela tentativa de homicídio que parecia ter ocorrido na cama dos meus pais.
Sem a menor experiência com manchas de sangue e afins, recorro às cinco horas da madrugada à Internet pra tentar encontrar como que se limpavam manchas de sangue com mais facilidade e etc. Descobri que água oxigenada era capaz de me salvar e graças a minha irmã inútil, água oxigenada nunca faltou aqui em casa.
A cena agora era a seguinte, um idiota assistindo o dia amanhecer da sala e tentando limpar inúmeras manchas de sangue dos lençóis dos pais. Como se não bastasse, a desgraçada ainda tinha quebrado a tampa de acrílico da privada enquanto se enxugava ou mijava e nem me avisou. Só vi isso depois.
Essa noite, sem dúvida nenhuma, foi a coisa mais próxima do inferno que eu consegui chegar. Nunca tinha pago tão caro pela minha ingenuidade. Se soubesse que podia dar nisso, teria simplesmente batido mais uma punhetinha inocente naquela madrugada e continuado com o meu pinto em carne viva. Boa noite.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

...



Uma palavra? Que não seja cu? Cansaço. Estou emocionalmente cansado. Tive um dia ótimo, trabalho novo e tal, mas o cansaço emocional é alto. São muitas coisas e muitas pessoas pra se prestar atenção ao mesmo tempo. Enfim, só quero cama. Nem punheta quero ouvir falar.
Alías, acho que daqui uns dias um Blog vai publicar uma foto do meu pinto. Caso isso interesse pra alguém, é um blog chamado Dimininas.blogspot... Vai lá sentir o clima... E se eu tiver coragem eu aviso...
Fora isso, mais nada. Bom, pra nao dizer que eu não disse mais nada acabo de dar um arrotinho. Era cerveja sem alcool, não tô acostumado.
No fundo, eu ainda sou um bebê e adoro mamar. Não mais na mamadeira, mas o meu arrotinho continua o mesmo. kiss.