Onde você encontra o que não procura, mas se sensibiliza com o que eu não sinto.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O carnaval está chegando.
Todo mundo está planejando se divertir.
As mulheres tentarão perder 2 quilos essa semana.
Os homens tentarão descobrir os lugares onde tem muita cerveja e mulher barata.
Os casados irão comentar que nunca nem gostaram muito de carnaval.
Os ciumentos vão estragar tudo antes de depois das festas.
Pode ser que você morra por dirigir bêbado por aí.
Pode ser que eu te mate por tb ser um desses motoristas bêbados por aí.
A Beija-Flor será pela trocentésima vez a campeã no Rio de Janeiro.
Minha mãe vai contar pela milésima vez que adorava pular carnaval.
Vai chover e faltar água nas cidades do litoral.
Um participante do Big Brother ganhará o direito de ir pra Sapucaí.
Todo mundo vai se drogar e seguir reclamando da violência, do crime e do tráfico.
E você vai se arrepender mais uma vez por não ter tido coragem de realizar todas suas fantasias.
Chupar buceta é como andar de bicicleta: não se aprende em um dia, em uma pedalada, em uma trepada. Por mais talento que você tenha, existem inúmeras coisas que influenciam naquela hora e fazem você agir e reagir de formas diferentes.
Por isso, acredito que ninguém deve chupar buceta igual a ninguém. Eu mesmo já mudei várias vezes de estilo, conforme a situação ou minha idade sexual.
No começo, você realmente não sabe muito bem o que deve ser feito. Por mais filmes pornôs que já tenha assistido, na hora que você encara aquele bucetão na sua frente as coisas mudam. Você não sabe se deve mexer a língua pra cima ou pra baixo, se chupa ou se lambe. Ou então se chupa e lambe e assopra e cospe, tudo ao mesmo tempo, sem parar para respirar.
Sim, no começo é assim. Você enfia a língua lá sem a menor noção do que deve ser feito. E o pior, na maioria das vezes acaba caindo de boca em bucetas que não mereciam nem uma dedada à distância. É, porque tem muita buceta por aí que tem cheiro de morte.
Claro que buceta 100% cheirosinha não existe. Mas toda buceta, digo mulher, que se preze, deveria ter uma buceta que apenas exalasse o seu natural e inebriante cheiro de sexo. Nada além disso.
E quanto às formas de chupá-las, mais uma vez volto ao eterno drama das línguas masculinas que nem sempre sabem muito bem como se comportar.
Tenho certeza que muito já passaram por aquela fase de achar que o certo é ficar sobre o clitóris mexendo a língua como se fosse a de uma cobrinha.
Também comum são os homens que acham que a língua deve ser uma substituta do pinto, enquanto ele não endurece. E assim ficam tentando manter a língua ereta e enfiá-la a todo custo dentro da buceta.
Há também aqueles que chupam uma buceta como se estivesse chupando uma manga, e quando levantam o rosto, se mostram todos lambuzados; os que se assemelham a um gatinho tomando leite e até aqueles que não tem coragem de cair de boca com vontade e ficam só contornando a mocinha. Enfim, jeito de chupar é o que não falta.
E se você me perguntasse qual será que é o jeito certo, sinceramente também não sei. Tem dias que faço tudo o que foi descrito acima ao mesmo tempo, noutros escolho apenas uma das táticas e me mantenho nela.
Mas, acho que o mais importante é fazer o serviço sempre prestando muita atenção na moça, na sua respiração e em seus movimentos. Feito isso, o resto é conversa de bar e de oficina mecânica. Pura chutologia.
E assim, com uma puta água na boca de tanto ficar falando em buceta, encerro mais este breve diálogo de um pinto só.
Espero que você não seja tão idiota a ponto de acreditar no que foi escrito aqui e, principalmente, que não tente fazer essas coisas em casa.
Afinal, no universo masculino as coisas funcionam sempre como diz aquele velho ditado: buceta de casa não faz milagre.
Tudo começou mais ou menos às seis e meia da tarde, quando combinei com a Neide o horário dela me pegar em casa. Sim, sou um homem que é buscado em casa toda vez que vou sair à noite. Morra de inveja.
Então, às nove ela me pegou em casa e fomos para o bar encontrar a galera. Bom, na verdade a galera só chegaria mais ou menos uma hora depois, mas a culpa não é deles. Eu é que sempre sou muito ansioso e gosto de chegar cedo no bar. Até porque quanto mais cedo eu chego, mais eu me divirto, claro.
A noite estava uma noite bem chuvosa. E, graças à garoa que não parava, fomos obrigados a caminhar do estacionamento até o bar debaixo de um guarda-chuva. Uma cena besta e comum, mas que ganha um significado e uma beleza diferente quando você está acompanhado. Coisas que só eu reparo.
Já no bar, pedimos nossas vodkas e nós colocamos a esperar por nossos amigos.
Aos poucos, um a um foi chegando e daqui pra frente de pouca coisa eu vou lembrar. A sorte foi que a Eli apareceu com sua super máquina fotográfica e registrou tudo o que a gente consegue viver em apenas uma noite.
Confesso que depois que entrei na festa, me lembro de poucas coisas com certa coerência. Mas, como a intenção de sair com meus amigos é sempre a de perder a coerência e o medo de ser feliz, segue o link de mais uma noitada inesquecível:
- Link excluído por motivos que não tenho tempo pra explicar agora.
Saldo da noite:
345 vodkas
15 Swechpes citrus
157 execuções da frase “eu te amo”
5 passadas de mão na minha barriga
93 beijos na Neide
9 selinhos não identificados
1 cantada homossexual
1 beijo na Neide atrás do vaso do hotel
1 Quarteirão com fritas, nuggets e suco de laranja pequeno
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber. Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar. Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz. É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender! E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias.
Ultimamente, tenho me policiado muito para não deixar a tristeza me atrapalhar, principalmente porque não ando tendo mais motivos e nem tempo pra isso. Continuo sendo uma pessoa insatisfeita, mas cada vez mais satisfeito.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Finalmente minha mãe saiu da sala. Acho que fazia uns quinze dias que ela não saia daqui.
Isso significa que agora posso escrever sossegado, sem me sentir vigiado pelos olhares curiosos que ela lança a cada minuto na tela do meu notebook.
Parece besteira, mas não é. Escrever qualquer coisa com a mãe olhando é impossível. Agora tô compreendendo porque nunca mais arrisquei fazer uma poesia. Fazer poesia com a mãe olhando é como tentar bater punheta com a porta aberta: não dá.
Com isso, acabo deixando de contar um monte de coisas que ando vivendo ultimamente. Coisas que se eu topar pular de paraquedas neste fim de semana e morrer, ninguém nunca mais saberá.
Depois de lhe beijar meticulosamente o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce, o moço exibe à moça a bagagem que trouxe: culhões e membro, um membro enorme e turgescente.
Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti, Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se. Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente
Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!" Grita para o rapaz que aceso como um diabo, arde em cio e tesão na amorosa gangorra
E titilando-a nos mamilos e no rabo (que depois irá ter sua ração de porra), lhe enfia cona adentro o mangalho até o cabo.
Manuel Bandeira
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Sim, eu deveria estar trabalhando, mas não consigo. A ansiedade está demais. Preciso urgentemente que este ano termine. Preciso de algumas manhãs para acordar ao meio dia. Preciso tomar meu leite sem pressa. Preciso tomar meu banho direito, sentado no chão e deixando a água me lavar. Sim, adoro deixar a água me lavar. É como colocar roupa ensaboada dentro de um balde e deixar a torneira saindo um fio de água. Aos poucos, o sabão vai indo embora, a água vai ficando limpinha e as roupas vão se purificando. É disso que eu preciso: lavar minha alma bem devagarzinho, pra ver se na água limpa consigo enxergar melhor as coisas, o meu futuro e o meu coração.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Meu aniversário mais uma vez foi perfeito, principalmente por eu não lembrar de muita coisa. Mas eu não fui o único. Teve até uma convidada que hoje me pediu desculpa por não ter ido na minha festa. Detalhe, ela foi e não lembrava.
Só por este relato acho que já dá pra ver o alto nível que foi a coisa. Sem falar que todo mundo beijou na boca, foi feliz, dançou, rebolou. Enfim, missão cumprida.
Ah, e tudo isso foi vivido ao lado de uma pessoa que tem me deixado tão livre e feliz que eu sempre tenho vontade de voltar pra ela e desmaiar ao seu lado no fim de toda noite.
Eu tenho muita sorte mesmo. E agora com cuecas pretas, do jeito que ela gosta.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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Vou escovar os dentes e dormir. É isso. Esse fim de ano está bem cansativo. De segunda a sexta, a empresa arranca meu couro. De sexta a domingo, arranco o couro do meu fígado.
O pior é que essa vida desregrada está me causando alguns problemas. Dias atrás fui me pesar e a balança me deu uma péssima notícia: engordei 800 gramas.
Não que eu não quisesse engordar, mas tenho certeza que esse sobrepeso foi todo para a minha barriga. Logo ela, que sempre foi tão invejada pelas mulheres.
Mas, faz parte da vida. Talvez com os excessos alcoolicos que estão por vir nesse fim de ano, eu acabe perdendo esse peso. Assim espero.
Fora isso, está tudo bem. Minha vida, mesmo descontrolada, anda super sobcontrole. É incrível, mas tenho conseguido manter uma certa rotina.
De segunda a sexta, trabalho normalmente. E de sexta a domingo fico procurando coisas divertidas pra fazer junto com a Neide.
Na verdade a gente vai quase sempre para os mesmos bares comer as mesmas porções de frango à passarinho junto com algumas vodkas, claro. Mas está excelente. Tirando algumas azias e ressacas do dia seguinte, a gente tem se divertido bastante.
Só quem não tem se divertido muito ultimamente é um amigo que veio há pouco tempo de Ribeirão Preto para morar em São Paulo. Ele não agüenta mais ser levado por mim e pela Neide para bares e boates gays. Tadinho. (hehehe)
Mas é que ele ainda não pegou o jeito da coisa. Assim que descobrir o código pra pegar a mulherada nas baladas gays, aposto que até camisetinha pink ele vai começar usar.
Enfim, preciso ir. Minha pasta de dente já até secou na escova. Sem falar nas duas punhetas que ainda tenho que bater antes de dormir. Vida corrida. Boa noite.